Gabarito extraoficial Português TJ AL

  1. O título do texto – Ressentimento e Covardia – se refere…

Comentário: Por eliminação, a alternativa (A) é mais generalizante e não apresenta contradição aos argumentos do texto.

  1. O item abaixo em que dois vocábulos citados não fazem parte da mesma família de palavras é:

Comentário: A alternativa (B) é a correta, pois “provisão” é gerada do verbo “prover”, e não do verbo “provir”.

  1. Para que esse segmento do texto ficasse mais bem escrito, deveríamos substituir:

Comentário: A alternativa (C) é a correta, pois transmitira paralelismo a mesma base substantiva: “que é mais expressão de ressentimento e covardia do que de liberdade de expressão…”

  1. … a forma abaixo que não constitui locução verbal…

Comentário: Duas alternativas apresentam possibilidade de não constituírem locuções verbais:  alternativa (C), pois “gostam” é transitivo indireto e faz parte da oração principal e “de ser…”  faz parte da oração subordinada substantiva objetiva indireta; alternativa (E), pois o verbo “fazem” é considerado causativo, isto é, é o motivador da ação posterior e nunca poderá constituir uma locução verbal como verbo auxiliar.

Mas acredito que a banca vai ignorar esse preceito gramatical da alternativa (E).

Vamos aguardar o pronunciamento da banca. Daqui a pouco eu volto a esta questão e aprofundo um pouco mais…

  1. Se reescrita no plural, a melhor forma dessa frase será:

Comentário: Note que praticamente todas as construções estão corretas, mas a banca quer a mais bem construída.

A alternativa (E) é a melhor construção, pois o infinitivo concordou com “jornais e revistas”, o adjunto adverbial não impõe a flexão plural no núcleo (“autorização”), nem do adjunto adnominal “do autor”, nem o objeto direto “um texto qualquer”, pois eles estão sendo tomados de valor generalizante. Mas é sempre bom observarmos a conclusão da banca.

  1. Com essa frase do texto, o cronista quer dizer que a comunicação virtual:

Comentário: A alternativa (C) é a correta, pois “pré-história” transmite uma noção de início. Assim, ele afirma que muito mais está por vir no que diz respeito à comunicação virtual.

  1. O acento indicativo de crase em “à disposição de” é por haver locução prepositiva de base feminina. O mesmo ocorre na alternativa (D), pois “à procura de” também é uma locução prepositiva.

  2. Sobre a estrutura oracional desse primeiro período do texto…

A alternativa correta é a (B), pois há uma oração principal e duas orações subordinadas adjetivas. Elas não estão coordenadas entre si, vale lembrar. Por isso restou a alternativa (B) como a correta.

  1. (Sem imagem nítida. Estou correndo para ver se consigo outra).

  2. A troca de posição da palavra muda o sentido e a classe gramatical.

Observando mais pela mudança de classe gramatical, “barbeiro turco” apresenta o substantivo “barbeiro” e o adjetivo “turco”; já “turco barbeiro” apresenta o substantivo “turco” e o adjetivo “barbeiro”. Assim, a alternativa (B) é a correta.

  1. Sobre o uso do “que”:

A alternativa (D) é a correta, pois ambos são da mesma classe gramatical (pronomes relativos) e apresentam a mesma função sintática: sujeito.

  1. O problema de coerência, a meu ver, está no emprego da locução adverbial concessiva “apesar dos abusos e crimes”. A meu ver, o contexto pede a ideia de inclusão.

  2. O verbo conjugado erradamente está na alternativa (A), pois não cabe  “falseiamos”, mas “falseamos“.

14. A crítica central do texto de Carlos Heitor Cony se dirige:
A alternativa (B) é a correta, pois se dirige à falta de uma legislação específica para a internet, como se afirma no início do texto.

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  1. O segmento sublinhado que exerce uma função sintática diferente das demais é:

Comentário: Na alternativa (A), o segmento sublinhado é objeto direto.

Na alternativa (B), o segmento sublinhado é objeto direto.

Na alternativa (C), o segmento sublinhado é predicativo.

Na alternativa (D), o segmento sublinhado é objeto direto.

Na alternativa (E), o segmento sublinhado é  a oração principal e a oração “como digo repetidas vezes” é a subordinada adverbial de conformidade.  Assim, sintaticamente, não há objeto direto. Porém, acredito que a banca queira que você observe que o que está sendo dito é que “a comunicação virtual está em sua pré-história”. Assim, contextualmente e já sabendo que a alternativa (C) apresenta a função sintática diferente, a banca deverá deixar como gabarito a alternativa (C).

  1. O problema da norma culta é a falta de uma vírgula após “folhas” (alternativa C).

  2. O tempo verbal destacado (tenho comentado) indica uma ação:

Comentário: A locução “tenho comentado” é o pretérito perfeito composto do indicativo, o qual é empregado para uma ação que se inicia no passado e se prolonga no presente. Assim, a melhor resposta está na alternativa (B).

18.  Ao afirmar que a internet é a lei do cão, o cronista quer dizer que na internet:

Comentário: A resposta mais adequada para “a lei do cão” seria a permanência da impunidade, conforme a alternativa (B).

  1. A palavra do texto que não segue o mesmo processo de formação de palavras é “veículo” (alternativa E), pois esta é palavra primitiva, e as demais são sufixais.

  2. A preposição “em” tem valor diferente das demais na alternativa (D), pois “em sua pré-história” transmite valor de tempo e as demais apresentam valor de lugar.

  3. A mesma regra de acentuação está em “calúnia” e “plágio”, pois ambas as palavras são paroxítonas terminadas em ditongo oral. (alternativa E)

  4. A alternativa que não apresenta qualquer tipo de aditivação é a (B), pois, em “A maioria dos abusos, se praticados em outros meios, seriam crimes já especificados em lei, como a da imprensa”, não há qualquer conectivo aditivo.

  5. A palavra “pré-história” está sendo usada no texto com sentido de início, a comunicação virtual ainda está no início. Assim, conseguimos entender a figura de linguagem metáfora, pois há uma comparação ideológica. Até aí tudo bem: o problema é que a banca também colocou hipérbole, a qual demarca certo exagero. Cá para nós, há, sim, exagero em dizer pré-história, concorda? Assim, melhor esperarmos a manifestação da banca. Depois eu volto a essa questão e analiso com mais calma.

  6. …a característica da crônica presente no texto é:
    Comentário: Basicamente todas as alternativas de certa forma apresentam características da crônica, porém a que mais está de acordo com o tema do texto é a (C), pois há comentário de fatos do momento.

  7. … ocorre inadequação na troca de posição dos elementos sublinhados:

Comentário: A alternativa (C) é a correta, pois a expressão “outros recursos” reforça que já se falou de recursos anteriormente. Assim, não cabe a anteposição da expressão “outros recursos de apropriação indébita”.

  1. … o termo sublinhado que não estabelece coesão com nenhum termo anterior é o advérbio “aqui”, o qual estabelece um recurso dêitico de lugar, isto é, o lugar onde o emissor da mensagem se encontra. Assim, a alternativa (A) é a correta.

27.  A internet tem produzido uma série de neologismos semânticos, ou seja, vocábulos antigos a que foram acoplados sentidos novos; não está nesse caso:

Sítio é uma palavra antiga e ganhou valor na linguagem da informática como aportuguesamento de “site”.

Navegar é uma palavra antiga que significa percorrer o mar, o rio de barco etc. ganhou novo sentido na navegação pela internet.

Arquivo é o local físico em que se guardam os documentos. Na internet, é o documento propriamente dito, são os dados.

Provedor é aquele que provê. Na internet, é a instituição que  possui uma conexão de alta capacidade com uma grande rede de computadores.

A meu ver, a alternativa a ser marcada é a (C), pois o verbo “deletar” entrou na língua portuguesa especificamente com o mesmo valor: apagar, destruir, eliminar.

  1. Na charge, a crítica feita à internet é:

A alternativa (A) é a correta: a criação de uma dependência tecnológica excessiva.

  1. A frase do menino da charge – “naum eh verdade” – mostra uma característica da linguagem escrita de internautas que é:

A alternativa (E) é a que melhor se apresenta, pois não houve acento gráfico, tampouco o sinal gráfico do til.

  1. A incoerência está na fala do menino, pois naturalmente na linguagem falada não haveria presença de sinais da linguagem da internet. Assim, a alternativa (D) é a correta.

Fonte: Estratégia Concursos

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